sábado, 17 de outubro de 2009

Eu tô falando de amor


Vamos fugir dos clichés sobre o quanto você ama ou as loucuras que fez por amar,vamos nso direcionar para tentar entender como se sabe que ama. Na verdade o amor não tem um ponto de referência, cada pessoa tem a sua régua pra ele. Enquanto gostar, foi só uma distinção, pra dividir a intensidade do sentimento, assim como tem pessoa que diz te adoro pra nao dizer que gosta muito a ponto de usar o te amo. Isso tudo parece tão complexo, ainda mais pra cabeças novas como as nossas, os mais velhos nos chamariam de "inexperientes", mas eu diria que somos pessoas que sentem fome de informação e destemidos, são poucos da nós que sentem medo de quebrar a cara, somos tão confiantes naquilo que sentimos, acreditamos que um grande amor de hoje nao vai apagar nem amanhã, nem daqui há 3 décadas. Querendo ou não, nossas utopias são as mesmas, temos esperanças de que o tempo resolva tudo, de que amenize tudo e muitas vezes deixamos de viver em função da espera do tempo. A melhor solução seria uma máquina para ver o que nos tornamos e ao vermos que devido a nossa pausa do agora na esperança do amanhã deixamos de fazer as coisas que deveriam ser feitas, deixamos de seguir, de viver o hoje, nós não nos tornamos nada do que queríamos, acordássemos para a realidade de que somos nós quem fazemos nosso próprio tempo. Não há nada melhor para resumir tudo isso do que uma frase de um cara que eu admiro imensamente:

" A vida é aquilo que acontece enquanto você está planejando o futuro." (John Lennon)

E você? qual a sua medida do amor? o quanto você age hoje sem temer o amanhã?

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

alienação.com


É incrível ver o quanto os jovens brasileiros são extremamente influenciáveis por culturas estrangeiras e acabam tapando os olhos para o próprio país. Pergunte a um adolescente do século XXI qual o seu maior sonho e ele com certeza te responderá: conhecer o Jonas brothers, Mcfly, Milley Cyrus, Demi Lovato ou qualquer outra banda ou cantor que seja febre no momento. Não sou pscicóloga nem nada parecido, mas me custa entendar a lógica de tamanha alienação, se fechar para um mundo paralelo adorando ídolos e o maior problema é que muitos ainda criticam o mundo medieval. As vezes sinto uma extrema vergonha em participar disso, em fazer parte de uma geração de tão pouca ação que só se importa com imagem, moda e dinheiro, pode parecer antiquado, pode até parecer com seus pais falando (não, os pais nem ao menos sacam isso), mas pra aqueles que vêem a probreza e a mentalidade minúscula dessas pessoas me entendem. Eu não sei quanto a vocês, mas pra mim a visão de futuro deles está vendade e muitoo bem vendada. CARAMBAAA eu nao julgo curtir música, assistir um programa, uma série as vezes, mas o exagero é tanto que acabam tentando passar isso pra vida real, muitas meninas agem como a Blair Waldorf, Serena ou ficam alucinando com um cara igual o Edward, acredito que uma pausa pra realidade as vezes não faz mal nenhum. OLÁAAA o seu eu tá aí ou tá vuando enquanto você pensa em como ganhar um autógrafo do Dougie Poynter?

ps: preciso saber a opnião de vocês, os comentários estão liberados pra até mesmo quem nao é usuário do blog, até logo. Espero.